13 de abril de 2010

Computadores fora do domínio não acessam mais a rede

Derrepente alguns computadores que estão fora do Domínio, começaram apresentar a mensagem de erro: “\\Servidor\ não está acessível. Talvez você não tenha permissão para usar este recurso de rede. Contate o administrador deste servidor para saber se você tem permissões de acesso. A conta referenciada está bloqueada no momento e pode não ser possível fazer logon.” Sendo que esses computadores sempre acessaram a rede normalmente, começaram apresentar esta mensagem de erro, o que fazer?

Você tentou de tudo:

* Verificou as policies de acesso ao servidor;
* Verificou o status da conta Guest;
* Já tentou excluir o computador da listagem de computadores cadastrado no AD;
* Já tentou até alterar o HOSTNAME do computador;

Enfim, verificou todo tipo de permissões de acesso ao servidor para usuários fora do domínio e está tudo normal, porém esses computadores não conseguem mais acessar o servidor, o que fazer?

A solução é mais simples do que você imagina! O problema está no Logon Cache do server, o logon cache é desconhecido pela maioria dos administradores de rede, é uma variável no Windows Server que especifica o número de vezes que um computador fora do domínio pode acessa-lo, e por padrão até mesmo no Windows 2003 Server ela vem definida como 10, ou seja, 10 acessos simultâneos por computadores fora da rede. Vale lembrar que em muitos casos o Windows não fecha o acesso ao server e mesmo com o computador client desconectado ele continua contando no Logon Cache e quando chega a 10 acaba bloqueando acessos externos através deste computador.

A solução é acessar o regedit e ir até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows NT\Current Version\Winlogon\
Dentro dela procure a chave CachedLogonsCount e altere seu 0 é o mesmo que desabilitado, ou seja, acessos infinitos simultâneos de uma máquina x ao servidor.

Feito isso, confirme a alteração, reinicie o servidor e verifique o acesso do computador que estava bloqueado, funcionará perfeitamente.

Criando scripts de logon no WINDOWS 2003

Você pode usar scripts de logon para atribuir tarefas que serão executadas quando um usuário fizer logon em um determinado computador. Os scripts podem executar comandos do sistema operacional, definir variáveis de ambiente de sistema e chamar outros scripts ou programas executáveis. A família Windows Server 2003 oferece suporte a dois ambientes de script: o processador de comandos executa arquivos contendo comandos de linguagem em lotes e o Windows Script Host (WSH) executa arquivos contendo comandos do Microsoft Visual Basic Scripting Edition (VBScript) ou Jscript. Você pode usar um editor de texto para criar scripts de logon. Alguma tarefas mais executadas pelos scripts de logon incluem:
  • Mapeamento de unidades de rede.
  • Instalação e definição da impressora padrão de um usuário.
  • Coleta das informações de sistema do computador.
  • Atualização de assinaturas de vírus.
  • Atualização de software.

O script de logon de exemplo a seguir contém comandos do VBScript que usam as interfaces de serviço do Active Directory (ADSI) para executar as três tarefas comuns baseadas nos membros de grupo de um usuário:

  1. Ele mapeia a unidade H: para o diretório base do usuário chamando o método MapNetworkDrive do objeto WSH Network em combinação com a propriedade UserName desse mesmo objeto.
  2. Ele usa o objeto IADsADSystemInfo da ADSI para obter o nome distinto do usuário atual, que, por sua vez, é usado para conectar-se ao objeto de usuário correspondente no Active Directory. Depois que a conexão é estabelecida, a lista de grupos dos quais o usuário é membro é recuperada através do atributo memberOf do usuário. A lista multivalorada de nomes de grupo é agrupada em uma única seqüência de caracteres através da função VBScript para facilitar a procura por nomes de grupo de destino.
  3. Se o usuário atual for um membro de um dos três grupos definidos no topo do script, este mapeará a unidade G: do usuário para a unidade de grupo compartilhada e definirá a impressora padrão do usuário para que seja a impressora do grupo.

Para criar um script de logon de exemplo

  1. Abra o Bloco de notas.
  2. Copie e cole ou digite o seguinte:

  3. echo off

    net time %LOGONSERVER% /set /yes
    path=%path%;

    rem echo [APAGANDO TODOS OS COMPARTILHAMENTOS ANTIGOS]
    rem net use * /delete /yes

    echo [MAPEANDO UNIDADES PESSOAIS]

    net use s: \\srvaplic\sistemas
    net use j: \\srvaplic\dados
    net use p: \\srvaplic\publico

    rem call %LOGONSERVER%\netlogon\util.bat

  4. No menu Arquivo, clique em Salvar como.

  5. Em Salvar em, clique no diretório que corresponde à pasta compartilhada Netlogon do controlador de domínio (geralmente C:\WINDOWS\SYSVOL\sysvol\erm.com.br\scripts é o nome de domínio totalmente qualificado do domínio).

  6. Em Salvar como tipo, clique em Todos os arquivos.

  7. Em Nome_do_arquivo, digite um nome para o arquivo seguido de .bat e clique em Salvar. O WSH usa a extensão .bat para identificar arquivos que contenham comandos do BAT.

Como por Perfil Único no Windows 2003 (Também conhecido como perfil mandatório)

Olá !

Hoje quero tratar de um assunto extremamente interessante. O perfil mandatório.

O problema….

Temos um dominio, um servidor 2003 e vários usuários. A questão é que nenhum desses usuários pode salvar nada na máquina e também não possui um perfil movel. Ou seja, não pode salvar nada em lugar nenhum, a máquina deve se manter no estado original para sempre

A solução….

A solução é o tal Perfil mandatório.

Importante. Você deve possui um servidor Windows 2003 rodando Active Directory.

Para criar um Mandatory Profile (Perfil Único ou obrigatório) siga os passos abaixo:

1 – Abra o Active Directory Users and Computers. Para carregar a tela como mostra a figura 1.1.
Figura 1.1

2 – Crie um usuário chamado ” MODELO“. Esse usuário será necessário para que você possa criar um perfil pré-configurado.

3 – Efetue logon com o usuário “MODELO” em um computador com o Windows XP Professional, e faça as configurações necessárias as quais serão aplicadas para os usuários que receberão o perfil obrigatório, como, por exemplo, defina um papel de parede padrão para a sua empresa, configure as impressoras, e em seguida efetue logoff.

4 – No servidor com Windows Server 2003, abra o Windows Explorer e crie uma pasta compartilhada e defina as permissões de Full Control (Controle Total) em nível de Compartilhamento para o grupo Everyone (Todos) e Modify (Modificar) em nível de permissão NTFS para o grupo Everyone (Todos). No meu exemplo eu criei uma pasta chamada “Perfis“. Após criar e compartilhar a pasta feche o Windows Explorer.

5 – No computador com o Windows XP Professional, efetue logon com o usuário Administrator (Administrador) local.

6 – Clique com o botão direito do mouse em My Computer (Meu Computador) e selecione a opção Properties (Propriedades), e em seguida clique na guia Advanced (Avançado). Na área User Profiles (Perfil de Usuário), e em seguida, clique no botão Settings (Configurações).

7 – Selecione o Perfil chamado “MODELO“, e em seguida clique no botão Copy To (Copiar Para). Como mostra a figura 1.2.
Figura 1.2

8 – Na caixa de diálogo Copy To (Copiar para) no campo Copy profile to (Copiar o perfil para), como mostra a figura 1.3, digite o caminho UNC do compartilhamento, como por exemplo:

\\Servidor\Compartilhamento\NomedoPerfil

* Servidor é o nome da máquina onde você criou o compartilhamento.

* Compartilhamento é o nome do compartilhamento que você criou no item 4.

* NomedoPerfil é nome do perfil modelo criado anteriormente.
Figura 1.3

9 – No item Permitted to use (Uso Permitido) clique no botão Change (Alterar), e defina que o grupo Everyone (Todos) terá acesso para alterar o perfil, e em seguida clique no botão OK da caixa de diálogo Copy To (Copiar Para). Feche todas as caixas de diálogo.

10 – No servidor abra o Windows Explorer e localize a pasta compartilhada onde você salvou o perfil e altere o arquivo ntuser.dat para ntuser.man.

11 – Abra o Active Directory Users and Computers e clique duas vezes sobre um usuário que você pretende implementar o Mandatory Profile.

12 – Clique na guia Profile (Perfil), e no campo Profile Path (Caminho do Perfil), digite o caminho UNC que você digitou no item 8, e em seguida clique em OK. Como mostra a figura 1.4.

Figura4
Figura 1.4

13 – No computador com o Windows XP Professional efetue logon com a conta que você acabou de definir o Mandatory Profile. O resultado será um perfil personalizado por você, no qual o usuário não conseguirá salvar as alterações feitas no seu Desktop quando ele efetuar logoff.

Observaçôes:

Esse tópico foi desenvolvido baseado em um cliente Windows XP Professional, e um servidor Windows Server 2003.

4 de março de 2010

Emuladores de Routers Wifi Linksys disponíveis

Experimente routers wifi LinkSys Online

As técnicas de virtualização e emulação estão por todo o lado. Desta forma podemos testar muitas coisas sem a necessidade de possuirmos o equipamento físico.

Desta vez o que vos apresento é um local onde podem navegar nas páginas de administração de vários modelos de routers Wifi da LinkSys.



Qual a vantagem?

A vantagem principal é podermos por exemplo analisar um determinado equipamento antes de efectuar a sua compra.

  • Se o ambiente de administração é user-friendly
  • Se possui aquela característica que pretendemos
  • Podemos comparar modelos dos equipamentos
  • Fazer pré-configurações e verificar se o equipamento tem suporte para as mesmas
  • Experimentar versões do software de administração

Como experimentar

Para experimentar este serviço é muito simple. Basta abrirem a página Emuladores LinkSys .

Transforme o seu Windows 7 e um Access Point Wifi

Partilhe a Internet com os seus amigos no Windows 7 com apenas 2 comandos

O Windows 7 é sem dúvida um sistema operativo de eleição e que esconde muitas funcionalidades. Arrisco-me a dizer, que o Windows 7 é certamente o melhor sistema operativo da Microsoft até ao momento, para máquinas cliente.

Um programador dos EUA descobriu recentemente uma funcionalidade nativa no Windows 7 que permite que qualquer computador equipado com este sistema operativo e que possua uma placa Wireless, a capacidade de poder-se transformar num Access-Point (Ponto de acesso Wireless ou também designado de SoftAP).


Com esta funcionalidade activa (através de uma interface denominada de Microsoft Virtual WiFi Miniport Adapter), um computador passa a funcionar com um ponto de acesso sem fios, com a possibilidade de fornecer Internet para outros equipamentos que se encontrem no seu raio de cobertura e que também possuam uma placa de rede sem fios.

Imagine que pretende sincronizar por exemplo o seu iPhone, Smartphone com o seu computador portátil. Esta poderá ser uma solução rápida.

Basicamente o Windows 7 cria uma “interface virtual” sem fios, baseada na interface física. Esta funcionalidade é semelhante às VAPs no Linux que permitem criar interface virtuais, possibilitando que uma única placa física funciona com ponto de acesso Wireless e como cliente wireless.

Como criar um SoftAP

Passo 1 –Abrimos a linha de comandos (cmd.exe) com privilégios de Administrador

e configuramos a interface “hosted” através do seguinte comando:

netsh wlan set hostednetwork mode=allow 
ssid
=joaowinfi key=jjoaokey

Este comando cria uma rede com o nome joaowinfi, autenticação do tipo WPA2 e password jjoaokey

O comando acima referido cria uma interface virtual (“Microsoft Virtual WiFi Miniport adapter”). Essa interface pode ser visualizada na lista de interfaces.




Passo 2 – Activar o HotSpot

netsh wlan start hostednetwork

A partir deste momento a interface encontra-se activa e pronta a receber clientes.

Para quem pretenda verificar as configurações pode executar o comando

netsh wlan show hostednetwork

Configurações Opcionais

Quem pretender, pode criar 2 atalhos para iniciar/parar a partilha de Internet.



Nota:
devem confirmar na interface virtual, se na parte da partilha, a placa que vos dá conectividade está bem definida.

Este é sem duvida um truque/funcionalidade que dá jeito. No entanto, num campus/organização onde existam muitos equipamentos wifi e os utilizadores realizem esta configuração, estes contribuirão certamente para a existência de mais interferências e posterior degradação de serviço.

12 de fevereiro de 2010

Erro nas DLLs Msvcp71.dll e Msvcr71.dll no Windows 7

Você já recebeu uma mensagem de erro nas dlls Msvcp71.dll e Msvcr71.dll utilizando o Windows 7? Ambas estão ligadas aos arquivos da biblioteca do Microsoft C Runtime e parece que a Microsoft esqueceu delas no Windows 7. Alguns programas precisam das duas dlls para funcionar perfeitamente, e isso é o motivo do erro.

Para corrigir o erro noWindows 7 32-Bit faça o download das duas dlls ao final deste post e copie e cole ambas na pasta c:\Windows\System32.

Já noWindows 7 64-Bit, você deve colar as duas dlls dentro da pasta c:\Windows\SysWOW64.



Download

Baixe as dlls no link abaixo:

Download Msvcp71.dll e Msvcr71.dll - Opção 1
Download Msvcp71.dll e Msvcr71.dll - Opção 2

Dica: É necessário extrair o conteúdo da pasta para obter as duas dlls.

21 de janeiro de 2010

Problema ao instalar Windows 7 Acer Aspire 4736Z

Existe um problema depois de fazer as instalação do Windows 7 no notebook acer aspire 4736z.. o problema é que quando você manda desligar ou reiniciar o notebook ele nao reinicia e nem desliga para solucionar esse problema tem que fazer a instalação do driver que esta disponibilizado abaixo..

Acer Aspire 4736, 4736G Notebook Wireless & Bluetooth Drivers, Utility for Windows 7 32/64bit:


Vendor File Version
Date
Download Broadcom Bluetooth Driver (2045&2046) 6.2.1.500
2009/10/22
Download Atheros Wireless LAN Driver 8.0.0.238
2009/10/23
Download Broadcom Wireless LAN Driver 5.60.18.8
2009/10/23
Download Intel Wireless LAN Driver 12.4.1.11
2009/10/21
Download Intel Wireless LAN Driver (CondorPeak) 12.5.0.59
2009/10/23
Download Ralink Wireless LAN Driver 3.0.2.0
2009/10/21

29 de novembro de 2009

Faça o seu Pendriver USB com o Windows 7, Windows Vista, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Server 2008

Está cansado das mil e uma formas de colocar o seu Windows numa pen USB? Para cada versão do Windows, um guia diferente…

Hoje em dia com a vulgarização dos netbooks, que devido ao seu requisito de portabilidade deixaram a drive de CD/DVD para trás, torna-se urgente encontrar alternativas ao modo de instalação do sistema operativo. Para não falar da extrema rapidez de instalação por USB versus a partir de CD/DVD.

A aplicação de hoje, o WinToFlash, promete fazer o mesmo que o UNetBootin faz para Linux: tornar a sua pen USB num CD/DVD de instalação de qualquer versão do Windows, com apenas alguns cliques.



Bugs da aplicação

Ao testar esta aplicação, detectei-lhe 2 bugs, ambos para quem correr a aplicação a partir do Windows 7:

Terá de evitar a formatação automática da pen pelo programa, escolhendo não o modo Wizard, mas sim o modo Task, de forma a ser possível desactivar essa opção.

Para criar um Pendriver USB com o setup do Windows 7 a partir do Windows 7, além de escolher o modo manual, terá de escolher a opção Transfer WinPE Vista/2008/7 to flash, para que a pen seja bootável.

Experimentei correr o WinToFlash a partir do Windows XP e não se verificou qualquer problema na formatação e inclusão de ficheiros na pen. Se encontrarem mais bugs, peço que comuniquem nos comentários.

Início do guia

Encontro-me no Windows 7 e pretendo criar uma pen USB com Windows 7. Será este o nosso caso base, pois trata-se do caso mais propício a bugs. É claro que pode criar uma pen USB de qualquer, repito, qualquer versão do Windows. Vamos então ao trabalho.

Como existe o tal bug da formatação da pen em Windows 7, é importante que formate a sua pen no formato FAT32 utilizando a aplicação HP USB Disk Storage Format Tool, já aqui analisada no Peopleware.

Material necessário:

  1. Pen USB com capacidade adequada ao tamanho do CD/DVD original
  2. WinToFlash, que pode descarregar no fim deste artigo
  3. CD/DVD original inserido na drive de CD/DVD ou uma imagem ISO do mesmo

Caso possua apenas uma imagem ISO do Windows, deverá montá-la utilizando uma aplicação como o Virtual CloneDrive ou o Daemon Tools.

Abra o WinToFlash em modo de administrador. Seleccione o separador Task e de seguida a opção Transfer WinPE Vista/2008/7 to flash. Clique em Create.


Na próxima janela, no separador Basic parameters terá apenas de seleccionar a letra da drive onde se encontra a0 Pendriver USB e onde se encontra o CD/DVD do Windows. Certifique-se que tem tudo igual à imagem que se segue. Clique no separador Process steps.

Desactive apenas a opção Format drive e volte ao separador anterior. Clique novamente em Create e dará início à inclusão dos ficheiros de arranque no seu Pendriver USB.

O processo é mais ou menos demorado, dependendo das características da sua máquina e do tamanho do CD/DVD. Se notar uma paragem mais prolongada nalguma fase da transferência, não se preocupe.

Por fim, o processo concluir-se-á. Tem agora uma Pendriver USB pronto a arrancar. Nunca é demais relembrar que terá de configurar a sua BIOS para arrancar a partir da porta USB, normalmente a opção Removable Device no menu Boot Device Priority. Pode ainda premir a tecla específica da sua BIOS que dá acesso ao Boot Menu e que lhe permite escolher o dispositivo a partir do qual deverá ser carregado o sistema operativo.

Para mais ajuda, não deixe de publicar a sua dúvida nos comentários deste artigo. Boas formatações!

Download: WinToFlash 0.5.00012 Beta [5.80MB]


28 de novembro de 2009

Erro rundll32

Para solucionar esse erro muito comum tem que colocar o cd do windows na unidade de cd e digitar esse comando aqui no execultar da sua maquina alterando a letra X pela unidade de cd do seu computador.

expand X:\i386\rundll32.ex_ c:\windows\system32\rundll32.exe

17 de novembro de 2009

Reinicie o Windows sem reiniciar o PC

Hoje em dia, reiniciar um PC pode demorar cerca de 1 minuto e meio, por vezes até mais, tanto no Vista como no XP.

E quantas vezes não é pedido ao utilizador para reiniciar o Windows após a instalação de software, ou mesmo após a actualização do Windows? O ponto fulcral deste artigo está ai mesmo, o reiniciar do Windows e não o reiniciar do PC.

Na maioria das vezes não é necessário reiniciar o PC (BIOS), somente o reinicio do Windows é suficiente, reinicio este que é chamado de reinicio a frio (cold reboot) mas por defeito o Windows faz sempre o reinicio ao PC que é chamado de reinicio a quente (Warm reboot).

Portanto quando pretender reiniciar somente o Windows sem ter que reiniciar a máquina completamente tem que seguir os seguintes passos, dependendo do sistema operativo.

Windows XP
Menu Iniciar > Encerrar > Deixe precionado a tecla Shift enquanto selecciona Reiniciar.

Windows Vista
Menu Iniciar > navegue até à seta que fará aparecer as opções de encerramento > deixe precionado a tecla Shift enquanto selecciona Reiniciar.

Como definir uma imagem de fundo para o seu Pen driver USB

Quantos de nós já não definiram imagens de fundo para o ambiente de trabalho? Já pensou que poderia definir uma imagem de fundo para a janela do seu pendriver USB?

É verdade neste mini tutorial iremos ver como definir uma imagem de fundo para o seu Pen driver USB, imagem essa que será amostrada em qualquer PC onde coloque seu pendriver.

Abra o Bloco de notas e trate de copiar o seguinte bloco de código (Atenção que as aspas “” têm que ser rectas não como estas aqui, tratem de as escrever manualmente.).

[{BE098140-A513-11D0-A3A4-00C04FD706EC}]
iconarea_image=”joao.jpg”
iconarea_text=”0xFFFFFF”

Grave o ficheiro como Desktop.ini na raiz da sua pen USB.

Agora escolha uma imagem qualquer e mude o nome da mesma para joao.jpg que é o nome que definimos no bloco de código para a imagem a utilizar.

Agora copie a imagem para a raiz da sua pen (tal como o Desktop.ini) e já está!

13 de novembro de 2009

Windows 7 in a Box – Não se perca no seu novo SO

Uma das grandes desvantagens que temos quando mudamos para um novo sistema operativo Windows, quer seja por actualização ou por nos estarmos a converter é a dificuldade que temos em encontrar onde estão localizadas as aplicações ou ferramentas do sistema.

Senti isso quando mudei do Windows XP para o Vista e o mesmo me aconteceu, se bem com um impacto menor, quando mudei para o Windows 7. Tudo seria mais simples se existisse uma aplicação onde tivéssemos de forma condensada e de fácil acesso. E é então que aparece o Windows 7 in a Box.


Esta aplicação não é nova mas estava limitada ao Windows XP e Vista e tinha o nome Windows in a Box 2.

Pois então passa a existir forma de acedermos de forma rápida a todas as aplicações principais, ferramentas, pastas e funções. Se mudou para o novo Windows 7 e ainda anda meio perdido tem aqui uma excelente ajuda.


Basta escolherem o menu que contem a opção que procuram, seleccionar a que vos interessa e a janela respectiva será aberta.

Naturalmente que novas aplicações não serão adicionas à ferramenta. Ela apenas incorpora as aplicações e funções nativas do Windows. Mas para um utilizador a ambientar-se ao seu novo sistema operativo é mais do que suficiente.


O que não me agradou particularmente nesta ferramenta foi a organização dos menus. Não é que esteja mal agrupada, mas a quantidade excessiva, nalguns casos, de aplicações torna os menus pouco faceis de utilizar. Ainda para mais numa ferramenta que se quer bastante amiga do utilizador.

De resto acho que é uma excelente ferramenta para quem se inicia num novo sistema operativo ou para quem quer ter à mão o acesso a tudo o que o seu Windows tem. Com a vantagem de ser uma ferramenta portátil e que não requer por isso instalação. Leve-a consigo na sua pen para o caso de apanhar mais um Windows 7.

Download: Windows 7 in a Box [115KB]

SyncToy 2.1 – Cópias fáceis e na hora!

Microsoft disponibilizou uma actualização da sua (excelente) ferramenta para sincronizar conteúdos entre 2 pastas, mantendo os ficheiros em ambos os lados, actualizados e seguros.
Com esta ferramenta não precisa de ter preocupações com o seu backup, se este está actualizado ou não, se os ficheiros estão em uso ou não.

Coloque a cópia para uma pasta, use o Synctoy para actualizar automaticamente os ficheiros.


Tem ao seu dispor vários métodos de cópia de segurança:

  • Synchronize: Este método permite ter tanto no lado esquerdo como no lado direito a mesma versão dos ficheiros tendo em conta a data de modificação, fazendo os mesmos movimentos (renomear ou apagar), ficando os ficheiros exactamente iguais tanto no alvo como no destino da cópia.
  • Echo: Apenas os ficheiros novos ou alterados são copiados da esquerda para a direita, se algum for apagado ou renomeado no lado esquerdo, a acção tem eco também no lado direito.
  • Contribute: Faz o mesmo que o Echo, todas as alterações passam do lado esquerdo para o lado direito, no entanto os ficheiros apagados do lado direito não são removidos no lado da cópia, o lado direito.

Caso queira fazer este processo em automático, utilize as tarefas do Windows e agende esta operação, depois de agendada poderá ter o processo automatizado com toda a comodidade segurança.

Download[32Bits]: Microsoft SyncToy 2.1 [2.87MB]

Download [64Bits]: Microsoft SyncToy 2.1 [3.5MB]

8 de novembro de 2009

Rede no Linux

1 Introdução

Este tutorial ensina como configurar a rede no Linux e solucionar alguns problemas comuns na rede. Serão mostrados os passos para fazer a configuração usando programas no modo gráfico e editando diretamente os arquivos de configuração. Ensinaremos aqui como configurar a placa de rede para receber IP por DHCP e como configurar a placa de rede com um IP estático.

Receber o IP por DHCP significa pedir para algum computador na rede fornecer as configurações de rede para o seu computador, incluindo endereço IP, máscara de rede, endereço DNS, etc. A maioria dos PCs usam essa configuração por padrão.

Se você usa um modem ADSL (Velox, Speed, GVT, etc), provavelmente seu modem esteja configurado para te fornecer um endereço DHCP.

No Linux, na maioria das vezes, não devemos nos preocupar com os driver de placas de rede ethernet (as que usam os conhecidos cabos azuis). As placas são detectadas automaticamente quando o computador é ligado e o driver correspondente é carregado.

2 Modo gráfico

2.1 GNOME

No Gnome, tenha certeza de que o pacote gnome-network-admin esteja instalado. Acesse a ferramenta de configuração de rede em Sistema -> Administração -> Rede. Será pedida a senha de root. Caso não seja pedida, basta clicar no botão Desbloquear e fornecer a senha. A figura 1
mostra a ferramente de configuração de rede do gnome.
Figura 1: Tela principal de configuração de rede no GNOME.

Na aba conexões, selecione o item Conexão por fios e clique em Propriedades.

Para configurar a rede para receber o IP por DHCP, no item Configuração, marque a opção Configuração automática (DHCP).

Para definir um IP estático, no item Configuração, marque a opção Endereço IP estático e forneça as informações necessárias. Além disso, na aba DNS da janela principal, adicione o endereço IP dos servidores DNS.

Pronto, confirme as mudanças e o sistema já usará as novas configurações.

2.2 KDE

No KDE, tenha certeza de que o pacote knetworkconf esteja instalado. Dependendo da versão do seu KDE, o acesso a configuração de rede é diferente.

2.2.1 Versão 3.5 e anteriores
Acesse a ferramenta de configuração de rede em K-Menu -> Centro de Controle. Vá na seção Internet & Rede-> Configuração de Rede. Clique no botão Modo Administrador e forneça a senha. A figura 2 mostra a ferramente de configuração de rede.

Figura 2: Tela principal de configuração de rede no KDE 3.5.


Selecione a sua placa de rede e clique em Configurar Interface.

Para configurar a rede para receber o IP por DHCP, selecione a opção automático e selecione DHCP.

Para definir um IP estático, selecione a opção manual e forneça as informações necessárias. Além disso, na aba Domain Name System da janela principal, adicione o endereço IP dos servidores DNS.

Pronto, confirme as mudanças e o sistema já usará as novas configurações.

2.2.2 Versão 4.0 e posteriores

Atualmente, o KDE 4.2 está com um bug na sua configuração de rede. É esperado que o KDE 4.3 corrija esse problema. Recomendamos usar a ferrementa de configuração do gnome, ou então configurar via modo texto, como explicado na próxima seção.

2.3 Modo texto

No modo texto, temos dois arquivos principais para a configuração da rede. O arquivo /etc/network/interfaces diz as configurações gerais de cada interface de rede. Já o arquivo /etc/resolv.conf, diz qual será o nosso servidor DNS (o resolvedor de nomes).

Uma configuração padrão para o arquivo /etc/network/interfaces é mostrada a seguir:

# The loopback network interface
auto lo
iface lo inet loopback

# Minha placa de rede
auto eth0
allow-hotplug eth0
iface eth0 inet static
address 192.168.1.4
netmask 255.255.255.0
gateway 192.168.1.1

No linux, as placas de rede por fio são identificadas por ethX. Se você tiver apenas uma placa de rede, ela será a eth0. A sua segunda placa de rede se chamará eth1 e assim por diante. A seguir são explicadas as opções mostradas no arquivo:

  • auto eth0: serve para dizer que quando reiniciarmos a rede como o comando /etc/init.d/networking restart, essa interface também será reiniciada.
  • allow-hotplug: diz que quando o cabo for conectado à placa de rede, a rede deverá ser reiniciada.
  • iface eth0 inet static : diz que a placa de rede terá um endereço ip estático e que será definido nas próximas linhas. Basicamente precisamos definir apenas o address, netmask e o gateway.

    Caso queira configurar a placa de rede para receber um endereço por DHCP, basta trocar essa linha por: iface eth0 inet dhcp . O arquivo final ficaria assim:

    # The loopback network interface
    auto lo
    iface lo inet loopback

    # Minha placa de rede
    auto eth0
    allow-hotplug eth0
    iface eth0 inet dhcp

Mantenha sempre as linhas auto lo e iface lo inet loopback . Esses são os endereços de loopback do seu PC.

Um exemplo de arquive /etc/resolv.conf é mostrado a seguir:

domain grupo
nameserver 10.50.1.3

O arquivo acima é ditado automaticamente caso você receba o endereço do servidor DNS por DHCP. Caso esse não for o seu caso, basta alterar o endereço IP do campo nameserver manualmente.

Configurada a rede, reinicie as interfaces com o comando (como root):

/etc/init.d/networking restart

3 Problemas com uma nova placa de rede

Digamos que a sua placa de rede pare de funcionar e você troque por uma nova. Mesmo você retirando a placa de rede antiga e colocando apenas a placa de rede nova, o Linux poderá nomear a sua nova placa de rede como eth1.

Isso acontece porque o Linux identifica a placa de rede pelo seu endereço MAC (que é único). Para alterar o nome da sua placa de rede, edite o arquivo /etc/udev/rules.d/XX-persistent-net.rules . O XX pode mudar de distribuição para distribuição. Aqui o XX é 70. Aqui o arquivo tem a seguinte configuração:

1# This file was automatically generated by the /lib/udev/write_net_rules
2# program run by the persistent-net-generator.rules rules file.
3#
4# You can modify it, as long as you keep each rule on a single line.
5
6# PCI device 0x10ec:0x8136 (r8169)
7SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:19:66:aa:58:b8", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth0"
8
9# PCI device 0x10ec:0x8139 (8139too)
10SUBSYSTEM=="net", ACTION=="add", DRIVERS=="?*", ATTR{address}=="00:02:2a:d9:f5:34", ATTR{type}=="1", KERNEL=="eth*", NAME="eth1"

Note que são mostradas duas placas de rede, apesar da placa onboard (eth0) estar desabilitada na bios. Para chamar a placa eth1 de eth0, basta alterar o campo NAME para eth0.

5 de novembro de 2009

INSTALANDO A IMPRESSORA OKI B4350 NO LINUX EDUCACIONAL

1- Primeiro baixe o arquivo .ppd que esta AQUI

2- Abra o navegador (firefox ou konqueror) e digite na barra de endereços http://localhost:631, será aberta a página de configuração do CUPS.

3- Vá na aba Printers e delete a impressora, caso esteja instalada.

4- Agora clique na aba Administration > Add Printer. Na próxima página dê um nome à sua impressora, ex: B4350, não é obrigatório preencher os outros campos. Clique em Continue.

5- Em Device For B4350 clique no menu e escolha a opção "OKI DATA CORP B4350 USB #1 (OKI DATA CORP B4350) e clique em Continue. (obviamente ela deve estar ligada e conectada à porta USB)

6- N pŕoxima página no campo "Or Provide a PPD File" você deverá indicar a localização do arquivo .ppd baixado anteriormente. Clique em Continue. Em seguida será apresentada a mensagem "Printer B4350 has been added successfully", indicando que a impressora foi adcionada com sucesso. Imprima um página de teste.

COMPARTILHANDO A OKI B4350 NA REDE.

Para compartilhar é mais fácil que instalar. Ainda com a página de configuração do CUPS aberta clique em Administration e marque a opção " Share published printers connected to this system" e clique em Change Settings. Pronto sua impressora agora está compartilhada na rede.

Valeu e boa sorte !


WinSquid (Web Proxy para Windows baseado no Squid)

O WinSquid é um software para Proxy de Web, ele é gratuíto sob licença de uso GPL/GNU.
O WinSquid é um conjunto de Softwares empacotados que são também de livre distribuição:
Fontes: Squid-Cache - Acme Consulting - Tail for Win32

O que é o Squid ? É um servidor Proxy de Alta-Performance para web clients, suportando FTP, gopher, e objetos de dados HTTP. Desenvolvido originalmente para ambientes Unix/Linux e agora está disponível para Windows.

Algumas funcionalidade do WinSquid by MGD Tecnologia:
  • proxy e cache de protocolo HTTP, FTP, e outras URLs
  • proxy para SSL
  • Cache hierárquico
  • ICP, HTCP, CARP, Cache Digests
  • Cache Transparente
  • WCCPv1 e v2
  • Regras e Acesso e Conteúdo
  • Métodos de Autenticação via Windows baseado em NTLMv1/v2 e Kerberos
  • Aceleração para HTTP servers
  • Monitoramento SNMP
  • caching of DNS lookups
Squid é um software “free open-source” (Free Software) resultado de muitas contribuições pagas e voluntárias sob os termos da GNU General Public License.

Download

3 de novembro de 2009

Burlando o OGA (mensagem de que seu Office é pirata)

Já que o assunto da vez é "Remover o OGA", então lá vai a dica sem necessidade de baixar qualquer programa:

Burlando o OGA (mensagem de que seu Office é pirata)

Este procedimento requer muita atenção e é válido para o XP e Vista com Office 2003 e 2007:

1º Entrar na pasta Windows;
2º Localizar e entrar na pasta System32;
3º Renomear o arquivo OGAAddin.dll para OGAAddin.old
4º Renomear o arquivo OGACheckControl.dll para OGACheckControl.old 5º Reinicie o PC, tá feito!

Técnica utilizada nos dois sistemas operacionais com sucesso.

P.S.: Usuários do Vista, certifiquem-se de que estão utilizando o PC como "Administrador".

Depois deixem a atualização automática.

Controle de conta de usuário UAC no Windows 7


Todos os usuários do Windows Vista e até mesmo os que estão usando o Windows 7, já devem estar morrendo de raiva dos dois sistemas, tanto no Windows Vista, como no Windows 7, o controle de conta de usuário tem sido um tanto "Chato".

Se você é um usuário do Windows XP, ainda não deve ter visto, usado e nem deve estar acostumado com o UAC (User Account Control), trata-se de um aplicativo inserido no Windows Vista e 7 para maior segurança do seu sistema. Toda vez que o usuário tenta fazer uma modificação no sistema e esta precisa de privilégios administrativos para ser alterada, o sistema lança uma mensagem perguntando se você realmente quer modificar tal configuração. No começo achei bem interessante, "Ohh, agora vai ficar difícil pegar um vírus", mas confesso que no segundo dia de uso do Windows Vista, já tratei de remover o tal "User Account Control" (UAC) do sistema.

No Windows 7, o sistema está um tanto melhorado, você tem mais opções do que no Windows , entretanto, ainda que melhor, continua "chato".

A boa notícia (gosto dessa frase :D) é que você pode simplesmente modificar suas configurações para que o sistema deixe o seu trabalho prosseguir sem ficar "enchendo".

Removendo o controle de conta de usuário

Para modificar as configurações do UAC no Windows 7, simplesmente abra o menu iniciar e digite "UAC" (sem aspas) no campo de busca do menu iniciar e pressione a tecla "Enter";


Dentro da janela de configuração do controle de conta de usuário, mova a barra para "Nunca notificar" (Never Notify) e aperte "OK";

Você deve reiniciar o computador para que as alterações comecem a funcionar.
Lembrando que com isso, você remove totalmente o UAC, e não vai mais ver aquelas perguntas chatas, no entanto, pode escolher o nível e intensidade de quando as perguntas vão aparecer apenas movendo a barra e lendo o que está escrito no painel à direita;

Eu ainda acho que você vai optar por não mostrar essas mensagens, mas fica a seu critério.

30 de outubro de 2009

O que é um Kernel?


Na computação, o kernel é o componente central da maioria dos sistemas operacionais de computador. As suas responsabilidades incluem a gestão de recursos do sistema (a comunicação entre os componentes de hardware e software). Tal como um componente básico de um sistema operativo, um kernel fornece o mais baixo nível de abstração para a camada de recursos (principalmente memória, processadores e dispositivos I/O) que o aplicativo deve controlar a desempenhar a sua função. Ele normalmente faz com que essas instalações se tornem disponíveis para a aplicação através de processos e mecanismos de comunicação de chamadas de sistema.
Estas tarefas são feitas de forma diferente por diferentes partes, em função da sua conceção e implementação. Embora o Kernel monolítico tente atingir estes objetivos, executando todo o código no mesmo espaço de endereçamento para aumentar o desempenho do sistema, microkernels executam a maior parte dos seus serviços no espaço usuário, com o objetivo de melhorar a durabilidade e modularidade do código. Um monte de possibilidades existe entre estes dois extremos.

Sobre a definição de 'kernel' Jochen Liedtke disse que a palavra é "tradicionalmente utilizada para designar a parte do sistema operativo que é obrigatório e comum a todos os outros softwares."

A maioria dos sistemas operacionais dependem do kernel. A existência de um kernel é uma consequência natural de ter um sistema operacional de computador como uma série de camadas de abstração, baseando-se em cada uma das funções das camadas próprias. O kernel, a partir deste ponto de vista, é simplesmente o nome dado ao mais baixo nível de abstração que é implementada no software. Embora seja chamado hoje principalmente o kernel, inicialmente a mesma parte do sistema operacional também foi chamado de núcleo ou centro, e foi originalmente desenvolvido como contendo apenas funcionalidades indispensáveis do sistema operacional.

Na maioria dos casos, o gestor de arranque começa a execução do kernel em modo supervisor, O kernel inicializa em si e, em seguida, começa o primeiro processo. Após isto, o kernel normalmente não se executa diretamente, apenas em resposta a eventos externos (por exemplo, através de chamadas de sistema utilizado por aplicações para solicitar serviços do kernel, ou através de interrupções utilizadas pelo hardware para notificar o kernel de eventos). Além disso, o kernel normalmente fornece um loop que é executado sempre que não estão disponíveis processos a correr, que é muitas vezes chamado de processo ocioso .

O Desenvolvimento do kernel é considerado uma das mais complexas e difíceis tarefas de programação. A sua posição central em um sistema operacional implica a necessidade de bom desempenho, que define o kernel como um pedaço de software e faz a sua correta concepção e execução difícil .Por diversas razões, um kernel pode até não ser capaz de utilizar os mecanismos de abstração que fornece ao outro software. Essas razões incluem gestão de memória e falta de reentrancy, tornando assim o seu desenvolvimento ainda mais difícil para os engenheiros de software.
Um kernel normalmente irá fornecer recursos para baixo nível de programação, de processos , inter-processo de comunicação, processo de sincronização, manipulação de controle e blocos de processos, interromper movimentação, processo de criação e destruição, e do processo de suspensão.

Tipos de Kernel:

* Monolithic kernels
* Microkernels
* Kernel Híbrido
* NanoKernels
* ExoKernels

Avira AntiVir Premium 9.0.0.447 & Security Suite 9.0 .0.382 + Avira 9 Trial reset


O Avirá já se consolidou como um dos melhores antivírus do mercado, oferecendo uma excelente opção para você proteger seu computador contra vírus, spywares, adiares e outros males que qualquer computador está sujeito.

Esta é a versão Premium deste protetor, que tem todos os recursos conhecidos e eficientes da versão gratuita e novas funcionalidades para aumentar ainda mais sua proteção. Tudo isso acessível através de uma interface bem desenvolvida e bastante agradável.

O Avirá Antivirus Premium tem várias melhorias sobre a versão gratuita. Para começar, o uso de memória é menor, o que melhora o desempenho do seu computador. A detecção e identificação de adwares, spywares e phishings está melhor e mais rápida, pois os downloads para atualização e base de dados são feitos em um servidor exclusivo. Scans podem ser executados tanto em tempo real como a pedido do usuário.

voltar para o topo